Dia Internacional da Mulher: conheça história de Suely Amélia Bayum Cordeiro


Por: Abigail Sunamita
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O mês de março, é dedicado especialmente para as mulheres o dia 8 foi escolhido para representar o dia Internacional da Mulher. Em homenagem a este dia histórico de luta e resistência, convidamos uma professora aposentada que tanto contribuiu na educação no município de Rio Branco, transformando a vida de centenas de crianças, jovens e adultos.

Professora desde os 15 anos de idade, Suely Amélia Bayum Cordeiro, de 66 anos, mãe de 3 filhos, vó de 6 netos e 1 bisneto, expressa com muito entusiasmo sobre sua carreira trabalhando na área da educação. Ao todo são 51 anos de serviço dedicado a educação tanto no estado quanto na prefeitura.

Quando iniciou sua carreira na área, aos 15 anos, seu primeiro trabalho foi pelo MOBRAL- Movimento Brasileiro de Alfabetização, programa criado em 1970 pelo governo federal com objetivo de erradicar o analfabetismo do Brasil em dez anos. O Mobral propunha a alfabetização funcional de jovens e adultos, visando conduzir a pessoa humana a adquirir técnicas de leitura, escrita e cálculo como meio de integrá-la a sua comunidade, permitindo melhores condições de vida.

Trajetória Profissional




Ela conta que já ocupou cargos como: Professora, Coordenadora pedagógica, Diretora e conselheira, relata com muito prestígio e com o sentimento de dever cumprido durante estes longos anos.

“Comecei muito jovem a lecionar, a convite da minha professora na época do magistério, foi um grande desafio eu tinha apenas 15 anos de idade, eu era jovem, mas já tinha dentro de mim, muita força de vontade e determinação. Acredito que a mulher tem que encarar o trabalho profissional com seriedade, resgatando o seu espaço de maneira comprometida, toda mulher tem que levar seu trabalho a sério, fazer com que seja reconhecido e necessário.”

Origem do Dia Internacional da Mulher




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O Dia Internacional da Mulher é comemorado anualmente no mês de março desde 1911, em alusão a trabalhadoras de uma fábrica têxtil que morreram queimadas durante uma reivindicação a favor de direitos trabalhistas igualitários em Nova Iorque, nos Estados Unidos. No entanto, eventos anteriores que colaboraram para o surgimento da data já haviam sido registrados na história, também nos Estados Unidos e na Europa.

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